Na mídia

“Entender a importância da geração de conteúdo há mais de 10 anos atrás foi um grande diferencial na minha carreira”
Carlos Burle

O que parecia impossível, virou capa de revista

Carlos Burle através de seus grandes feitos já figurou nos mais importantes veículos do país e do mundo. Porém não foi um caminho tão fácil numa época onde os esportes radicais, ao contrário de hoje, não eram sinônimo de uma juventude saudável e desafiadora e com grande apelo visual. Percebendo a necessidade de uma abordagem mais específica dos temas ligados ao seu esporte, ele não hesitou em empreender fora d’água criando no ano 2000 a Mídia Bacana, assessoria de imprensa específica para esportistas. Uma iniciativa pioneira e visionária que em pouco tempo já abraçava como clientes os principais nomes dos esportes de aventura. Esse pioneirismo se refletiu na primeira capa do jornal O Globo com o recorde de 2001 em Mavericks, primeira capa da revista Veja com surfe, primeira matéria do esporte no Faustão, primeira capa de revista de bordo de empresa aérea com o tema surf em ondas gigantes, e atualmente Burle continua a levar conteúdo de grande relevância com imagens incríveis para GloboNews, Fátima Bernardes, Caldeirão do Huck e culminando com a criação de seu próprio programa no canal Off, o Desejar Profundo.

E depois do grande feito de Nazaré em Novembro 2013, as agências de notícias divulgaram a maior onda já surfada por ele, de aproximadamente 35 metros de altura, noticiando ao redor do mundo. O resultado desse empreendedorismo lhe valeu indicações e prêmios dos mais importantes veículos, como o recente prêmio “Carioca do Ano” da Editora Abril, e finalista do prêmio, “Faz a diferencia” da Editora Globo, além do prêmio “Aventureiros do Ano” da revista Go Outside, entre outros.

Na Crista da Onda
fonte: O Globo Mais – Roberta Salomone – 05/04/2014

Captura de Tela 2014-09-11 às 15.23.39Cerca de 300 pessoas, todos integrantes da equipes de vendas de uma multinacional, reuniram-se para uma grande convenção mês passado. No auditório de um resort em Cancún, no México, o convidado mais esperado era um pernambucano nada entendido do assunto que o público ali presente dominava: equipamentos cirúrgicos. Durante quase duas horas, o surfista Carlos Burle discorreu sobre as dificuldades que enfrentou na carreira, a busca por qualidade de vida, e lembrou de alguns momentos de superação, em relatos sempre intercalados por imagens dos duelos que ele trava com as maiores ondas da Terra. Para quem passou grande parte da vida em cima de uma prancha e vestindo apenas bermuda tactel, Burle surpreende nas palestras que tem dado com cada vez mais frequência.

— Não tenho controle de nada dentro do meu local de trabalho. Posso bater a cabeça numa pedra ou, de repente, me deparar com um tubarão. Tenho que gerenciar riscos, ser rápido na hora de tomar decisões e acho que esse é o tipo de experiência que funciona muito bem no mundo corporativo — acredita Burle, de 46 anos.

Veja a matéria completa.

“Surfista brasileiro bate recorde”
O Globo – Novembro de 2013

“Carlos Burle, campeão mundial de ondas grandes”
Fluir – Abril de 1998

“The biggest ever, behind the ghost tree tragedy”
Surfer – Março de 2008